Arte.
Ontem, alguns pensamentos passaram rapidamente por mim e apenas lançaram cordiais cumprimentos.
Para sua sorte, leitor, hoje eles resolveram voltar para uma visita.
O maior sonho dos alquimistas era transformar um metal qualquer em um metal precioso.
Então, me atrevo a fazer uma analogia entre os pensamentos e os metais.
Nós pensamos, e fazemos com que o abstrato seja exibido de forma concreta por meio das palavras.
Porém, nossos olhos e ouvidos seriam mais felizes se nós evitássemos ser alquimistas de palavras.
Sim, leitor, poderíamos ser menos alquimistas. Porque assim como os alquimistas, não conseguimos transformar algo aparentemente sem valor em algo valioso.
As palavras jorram sem sentido, sem brilho.
Deveríamos, portanto, ser ourives. Deveríamos refinar o pensamento.
Nenhuma esplêndida transformação se faz necessária. Apenas o refino daquilo que já está carregado de valor.
Você deve ter reparado, leitor, que me refiro a "nós", pois também estou incluído.
Como não poderia estar?
Como não poderia estar?
Estes relatos são minhas tentativas de praticar o refino dos pensamentos. E como está evidente, ainda sou um aprendiz na arte da ourivesaria.
"Palavras de afeto podem ser pequenas e fáceis de dizer. Não hesite em dizê-las. Pois são palavras preciosas, cujos ecos são verdadeiramente infinitos."
"Palavras de afeto podem ser pequenas e fáceis de dizer. Não hesite em dizê-las. Pois são palavras preciosas, cujos ecos são verdadeiramente infinitos."
Que sejamos mais ourives, então.
ResponderExcluirEscreva muito, porque eu quero ler muito! haha
Bem vindo.